Seattle a ferro, fogo…e néon
É ao som dos Nirvana que somos convidados a testar a demo de um dos mais aguardados jogos da nova PS4. Falamos de “Infamous: Second Son”, o terceiro episódio da saga iniciada em 2009 que tem agora como protagonista Delsin Rowe, um graffiter que se encontra numa fase complicada de uma vida que vai dar assinalável volta depois de testemunhar de um acidente de viação e de estar em contacto com um condutor super-humano.
A partir daí, bom, a partir daqui não vamos revelar grande coisa pois “Infamous: Second Son”, com data de lançamento marcada para o final de março, ainda só deu a conhecer cerca de 10 minutos de um gameplay que promete arrebatar as emoções dos fãs da saga, e eventuais jogadores ocasionais, e que tem nos magníficos detalhes uma das suas maiores mais-valias.
Mesmo que não se seja um fã incondicional da série idealizada pela Sucker Punch Productions, passados poucos instantes, depois de sentirmos o dualshock 4 nas mãos, já estamos dentro da jogabilidade de “Infamous: Second Son”. A fluidez de movimentos é marcante e a vontade de exercitar parkour é imediata e tal é feito com maior intensidade que nos episódios anteriores. Agora é possível, num ápice, subir um edifício através de um ventilador, “voar” sobre telhados e sentir Seattle aos nossos pés.
Existem imensos “atalhos” que fazem a movimentação de Delsin parecer ainda mais rápida. Em poucos segundos é possível “carregar” o nosso personagem de “fumo” ou “néon”, escalar furiosamente uma parede, saltar sobre o inimigo, atacá-lo, e entrar na linha de fogo de um combate transversal e simbiótico. Se as coisas estiverem a correm mal, fujam, escondam-se, e façam o coração do nosso herói voltar a bater normalmente.
A excitação cresce a cada movimento e Deslin pode facilmente recarregar baterias usando para isso “condutores super-humanos” que permitem absorver poderes, ou seja, fumo/fogo e néon. Esta última arma permite ainda atingir velocidades supersónicas e deixar um rasto inebriante de partículas rosa e púrpura que representam um magnífico efeito na tela de jogo que tem um precioso auxílio da capacidade gráfica da nova PS4. E como é de pormenores que se fazem os grandes jogos, a chuva presente em “Infamous: Second Son” é, acreditem, incrivelmente real.
As potencialidades do dualschok 4 são amplamente exploradas neste jogo e a zona tátil serve de precioso aliado aquando algumas movimentações de Deslin ainda que requeiram um ligeiríssimo treino por parte dos nossos dedos até agora habituados às laterais e não à zona centro do comando. E por falar em centro, é daí mesmo que surgem alguns sons do gameplay através do micro do comando.
No que toca às cenas de ação, leia-se combate, “Infamous: Second Son” é muitíssimo competente e também nesse aspeto a fluidez do jogo é assinalável. Enquanto civis correm em busca de abrigo, Deslin utiliza as suas armas a bel-prazer que são mais que meras formas bélicas assumindo-se acima de tudo como parte de tudo o que acontece no jogo. O fumo lançado por Deslin torna esta Seattle ainda mais obscura e o vapor dai resultante dá um efeito interessante quando “estamos” em cima de um edifício.
Este breve mas incisivo contacto com a demo de “Infamous: Second Son” apresenta mais certezas que dúvidas e talvez, talvez, estejamos perante um dos mais importantes títulos single-player de aventura e ação deste ano que ainda agora iniciou. Pela amostra, pela emoção e assertividade gráfica estamos perante uma aparente grande aposta da Sony. O futuro assim o dirá.
In Rua de Baixo
“Don’t think about making art, just get it done. Let everyone else decide if it’s good or bad, whether they love it or hate it. While they are deciding, make even more art.” Andy Warhol
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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
“Beyond: Duas Almas”
Antevisão
O futuro aqui e agora
Ainda que com data de lançamento marcada para o início de outubro, a equipa da Rua de Baixo já teve o privilégio de sentir em primeira mão as emoções de “Beyond: Duas Almas”, um exclusivo PS3 que representa a mais recente e aliciante aventura em forma de jogo de consola da responsabilidade dos Estúdios “Quantic Team”.
Depois do aclamado “Heavy Rain”, David Cage volta à carga e assume as rédeas do argumento e realização de “Beyond: Duas Almas” mas desta vez os patamares de exigência são mais ambiciosos.
Mas que um simples jogo de consola, “Beyond: Duas Almas” tem a ousadia de virar mais um importante capítulo na evolução do conceito de entretenimento e encurta a linha que separa a sétima arte dos videojogos exibindo um novo motor gráfico, uma aventura envolvente e sugestiva, características sinónimas de inúmeras horas de puro prazer.
O elenco do jogo é formado pelas estrelas de Hollywood Ellen Page e William Dafoe que assumem os personagens de Jodie Holmes, uma rapariga com poderes sobrenaturais e que tem como companhia uma entidade invisível, e Nathan Dawkins, um cientista que estuda a estranha ligação entre a racionalidade e o transcendente. Quanto à própria narrativa será um género de puzzle onde a ordem cronológica não entra nas contas.
Nos dois blocos de jogo que tivemos acesso, sentimos que estamos perante um jogo charneira em termos de desenvolvimentos técnicos onde a captação de movimentos e as expressões faciais dos protagonistas atingem níveis de “perfeição” até hoje nunca vistos. Com isso o jogo ganha mais emoção e o jogador sente-se parte da cena em si mesma.
O game play é de um realismo assinalável e torna impercetíveis as passagens entre a “normal” narrativa e as cut scenes. Outra característica que eleva os níveis de emoção e veracidade é a utilização de uma abordagem visual em forma de “câmara subjetiva” levando o jogador, literalmente, para dentro do ecrã.
“Beyond: Duas Almas” assume-se como um limite dentro das próprias fronteiras entre realidade e virtual e promete deixar muitas almas boquiabertas. Agora, resta (des)esperar até outubro.
In Rua de Baixo
Ainda que com data de lançamento marcada para o início de outubro, a equipa da Rua de Baixo já teve o privilégio de sentir em primeira mão as emoções de “Beyond: Duas Almas”, um exclusivo PS3 que representa a mais recente e aliciante aventura em forma de jogo de consola da responsabilidade dos Estúdios “Quantic Team”.
Depois do aclamado “Heavy Rain”, David Cage volta à carga e assume as rédeas do argumento e realização de “Beyond: Duas Almas” mas desta vez os patamares de exigência são mais ambiciosos.
Mas que um simples jogo de consola, “Beyond: Duas Almas” tem a ousadia de virar mais um importante capítulo na evolução do conceito de entretenimento e encurta a linha que separa a sétima arte dos videojogos exibindo um novo motor gráfico, uma aventura envolvente e sugestiva, características sinónimas de inúmeras horas de puro prazer.
O elenco do jogo é formado pelas estrelas de Hollywood Ellen Page e William Dafoe que assumem os personagens de Jodie Holmes, uma rapariga com poderes sobrenaturais e que tem como companhia uma entidade invisível, e Nathan Dawkins, um cientista que estuda a estranha ligação entre a racionalidade e o transcendente. Quanto à própria narrativa será um género de puzzle onde a ordem cronológica não entra nas contas.
Nos dois blocos de jogo que tivemos acesso, sentimos que estamos perante um jogo charneira em termos de desenvolvimentos técnicos onde a captação de movimentos e as expressões faciais dos protagonistas atingem níveis de “perfeição” até hoje nunca vistos. Com isso o jogo ganha mais emoção e o jogador sente-se parte da cena em si mesma.
O game play é de um realismo assinalável e torna impercetíveis as passagens entre a “normal” narrativa e as cut scenes. Outra característica que eleva os níveis de emoção e veracidade é a utilização de uma abordagem visual em forma de “câmara subjetiva” levando o jogador, literalmente, para dentro do ecrã.
“Beyond: Duas Almas” assume-se como um limite dentro das próprias fronteiras entre realidade e virtual e promete deixar muitas almas boquiabertas. Agora, resta (des)esperar até outubro.
In Rua de Baixo
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